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Artigos Originais Revista vol.77 - nr.2 - Mar/Abr - 2018

Nervo óptico: medida do diâmetro de sua bainha para detectar hipertensão intracraniana

Optic nerve: measure the diameter of its sheath to detect intracranial hypertension

Autores:Emellyne Pires Papalini1

Resumo

Objetivo: este trabalho teve como objetivo realizar uma revisão da literatura sobre a avaliação e detecção da hipertensão intracraniana através da ultrassonografia do nervo óptico. Métodos: revisão narrativa da literatura baseado em um levantamento bibliográfico nas bases de dados eletrônicas: PubMed, LILACS, SCIELO e CINAHL, através do uso dos descritores: Intracranial Hypertension. Optic Nerve. Ultrasonography, seus correspondentes em português e suas intersecções. Foram selecionados 27 artigos publicados no período de 1998-2017. Resultados: os artigos indicaram que a ultrassonografia do diâmetro da bainha do nervo óptico (DBNO) é util na detecção da hipertensão intracraniana. Conclusão: O aumento do DBNO é uma alteração com elevada acurácia para diagnosticar o aumento da pressão intracraniana em pacientes críticos.
 

Descritores: Hipertensão intracraniana; Nervo óptico; Ultrassonografia

Abstract

Objective: This work had the objective of reviewing the literature on the evaluation and detection of intracranial hypertension through optical nerve ultrasound. Method: literature review based on a bibliographic survey in the electronic databases: PubMed, LILACS, SCIELO and CINAHL, using the following descriptors: Intracranial Hypertension.Optic Nerve. Ultrasonography, its correspondents in Portuguese and their intersections. We selected 27 articles published in the period of 1998-2017. Results: the articles indicated that ultrasonography of the diameter of the optic nerve sheath (ONSD) is useful in the detection of intracranial hypertension. Conclusion: The increase in ONSD is a highly accurate change to diagnose increased intracranial pressure in critically ill patients.

Keywords: Intracranial hypertension; Optic nerve; Ultrasonography


_________________________________________________________________
1 Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora, MG, Brasil.

Os autores declaram não haver conflitos de interesse. Recebido para publicação em 06/08/2017 - Aceito para publicação em 05/12/2017.

 

Introdução


A ultrassonografia é uma forma segura e eficaz de imaginologia que tem sido utilizada por médicos há mais de meio século para auxiliar no diagnóstico e guiar nos procedimentos . Em 2004, uma conferência sobre ultrassonografia feita pelo Instituto Americano de Ultrassonografia em Medicina (AIUM) concluiu que o conceito de “ultrassom como estetoscópio” está se movendo rapidamente da teoria à realidade. Algumas escolas médicas estão agora começando a fornecer aos seus alunos o equipamento de ultrassom portátil para uso durante avaliações clínicas.

A ultrassonografia point-of-care é definida como trazida ao paciente, à beira do leito, e realizada em tempo real com imagens podendo ser obtidas quase imediatamente. É usada por diversas especialidades em vários procedimentos, incluindo acesso vascular periférico, toracocentese, paracentese, artrocentese, anestesia regional, incisão e drenagem de abscessos, localização e remoção de corpos estranhos, punção lombar, biópsias, avaliação ocular, entre outros. Na avaliação do paciente no trauma, entre outras aplicações, tem sido utilizada para avaliar uma condição potencialmente fatal, a hipertensão intracraniana (HIC).(1,2)

O método padrão ouro para diagnosticar HIC é feito através da inserção de cateter intraventricular que permite a monitorização da pressão intracraniana (PIC). No entanto, é um método invasivo, não imediato e associado a complicações como infecção, sangramento e disfunção neurológica. Devido a isso utiliza-se o exame clínico e a tomografia computadorizada de crânio (TC) para suspeitar de HIC e em seguida realizar a monitorização invasiva da PIC para fins diagnósticos. Suspeita-se de HIC, através de sinais clássicos como cefaleia, vômitos, edema de papila óptica e a resposta de Cushing, caracterizada por um aumento reflexo da pressão arterial, bradicardia e alterações do ritmo respiratório. A TC é o exame mais utilizado para pacientes com HIC aguda. Entre os sinais estão: presença de uma lesão expansiva, geralmente com efeito de massa (desvio de estruturas normais de sua posição original), desvio da linha média, desaparecimento dos ventrículos laterais e do terceiro ventrículo, dilatação do sistema ventricular, principalmente se acompanhado de hipodensidade ao redor (transudato periventricular). No entanto, há mais de 80 anos reconhece-se que o exame clínico não é um parâmetro confiável para avaliação da HIC. Utilizando-se apenas esse critério, ela só é detectada em fase avançada, quando já há intenso sofrimento encefálico ou quando a herniação e a morte podem ser inevitáveis. Em relação á TC, além de poder estar indisponível em alguns serviços, não deve ser realizada em pacientes instavéis hemodinamicamente, condição infelizmente comum em pacientes vítimas de trauma.(3-5)

Dados o aparecimento tardio de sinais clínicos nos casos de HIC e a impossibilidade em transferir pacientes criticamente doentes para realização métodos de neuroimagem, faz-se esse estudo para avaliar a detecção precoce da HIC pela ultrassonografia do nervo óptico, visando um método diagnóstico seguro, confiável e prático para a rápida ação terapêutica.

 

DISCUSSÃO

Hipertensão intracraniana. O trauma é uma doença endêmica da sociedade moderna e atualmente é a maior causa de morte na população brasileira entre 1 e 40 anos. Somente no Brasil, estima-se que anualmente 150.000 pessoas morram vítimas de traumatismos e entre eles 22 mil crianças e adolescentes. Oitenta e cinco por cento daqueles com trauma grave têm traumatismo crânio-encefálico (TCE) associado e essa lesão responde pela maioria absoluta das mortes. (6,7)

Uma das consequências do TCE é o desenvolvimento de HIC, definida em adultos como PIC acima de 20 mmHg que persiste por mais de 20 minutos.(8) Pressão intracraniana é aquela encontrada no interior da caixa craniana, tendo como referência a pressão atmosférica. Possui uma variação fisiológica de 5 a 15 mmHg e reflete a relação entre o conteúdo da caixa craniana (cérebro, líquido cefalorraquidiano e sangue) e o volume do crânio, que pode ser considerado constante (Doutrina de Monroe- Kellie). A alteração do volume de um desses conteúdos pode levar a HIC e esta, a medida que causa a redução da pressão de perfusão cerebral limitando ou impedindo o fluxo sanguíneo e/ ou a herniações de estruturas encefálicas, pode ocasionar morte neuronal e evolução ao óbito . Vários autores associam a HIC a um pior resultado neurológico ou a maior mortalidade. A abordagem dos pacientes está voltada a evitar, identificar e corrigir esses fatores tendo por objetivo garantir adequada oferta de oxigênio ao tecido cerebral. O atendimento imediato objetivando o correto diagnóstico e a estabilização do paciente é essencial para tentar evitar suas consequências desastrosas. (9,10)

Anatomia do nervo óptico. O canal óptico, localizado na asa menor do osso esfenoide, recebe o nervo óptico (par craniano II) proveniente da região intraorbital, trazendo aferências da retina. Esse nervo está envolto por uma bainha meníngea constituída por dura-máter (paquimeninge), aracnoide e pia-máter (ambas leptomeninges). O conteúdo liquórico está presente em todo o espaço subaracnóideo e reflete a PIC. Devido à relação anatômica do complexo do nervo óptico com todo o espaço subaracnóideo cerebral, um aumento da PIC resulta na distensão da bainha e consequentemente um aumento na sua espessura, assim o diâmetro da bainha do nervo óptico (DBNO) traduz diretamente a PIC.(11,12)

Ultrassonografia ocular e avaliação do DBNO. O uso da ultrassonografia ocular foi relatado pela primeira vez em 1965 e propõe atualmente a quantificação do DBNO como uma medida não invasiva para detectar HIC. Utiliza-se um transdutor linear de alta frequência (7-10MHz) e configara-se o ultrassom para visualizar estruturas até 5- 6 cm de profundidade. O transdutor é colocado sobre a pálpebra fechada após aplicação generosa de gel,(13) (Figura 1).(14)


 


O nervo óptico é identificado como uma estrutura hipoecogênica atravessando ao longo de um curso regular atrás do globo ocular. Para a medição, uma linha vertical é extraída da junção entre o nervo óptico e o globo ocular. Esta linha serve apenas como uma referência e deve ter 3mm de comprimento. Uma vez que o comprimento de 3mm é estabelecido traça-se uma linha horizontal através do nervo. Esta segunda linha fornece a medida da bainha nervo óptico em mm. Figuras 2 e 3). (15)


 


AVALIAÇÃO DOS ESTUDOS


Diversos estudos avaliaram a relação entre a HIC e o DBNO. Julie et al., concluíram, através de uma revisão sistemática que o DBNO está associado ao aumento da PIC. A sensibilidade do estudo foi de 90 % (IC 95% 0,80-0,95, p = 0,09), e a especificidade , 85% (IC 95% 0,73-0,93, p = 0,13). (16)

Inessa et al., concluíram que para PIC maior ou igual a 20 mmHg, o DBNO fornece leituras com um valor de corte maior ou igual a 5,5mm e que aumentam proporcionalmente ao aumento da PIC, contribuindo não somente para o diagnóstico , mas avaliando quantitativamente sua gravidade (17)

Komut et al., incluíram em um estudo caso controle 100 pacientes com suspeita de evento intracraniano não traumático. Os pacientes foram divididos igualmente em 2 grupos, incluindo 50 pacientes no grupo I , sendo que estes apresentavam desvio de linha média na TC e no grupo II ,50 paciente com a TC normal. O valor de corte do DBNO para a detecção da mudança da linha média associado a aumento da PIC foi determinado como 5,3 mm. Os valores do DBNO dos grupos I e II foram 5,4 ± 1,1 e 4,1 ± 0,5 mm, respectivamente, concluindo que o DBNO foi maior no grupo dos pacientes com lesão á TC, (P <0,05). (18)

Já numa comparação com uma monitorização invasiva da PIC, Frumin et al, num estudo observacional transversal fizeram um estudo com o objetivo de correlacionar o DBNO com a HIC previamente já existente e confirmada através da monitorização invasiva. Um ecografista /médico, certificado, realizou ultrassom em 27 pacientes com indicação de monitorização invasiva da PIC, todos os ultrassons forma realizados dentro de 24 horas após a colocação do dispositivo ventricular externo. Seis desses pacientes (22%) apresentaram PIC maior que 20 mmHg evidenciado pelo dispositivo. O ultrassonografista foi cegado ao valor de PIC gravado pelo monitor invasivo no momento da verificação. Um valor do DBNO médio de = 5,2 mm foi tomado como positivo para PIC > 20 mmHg. O coeficiente de correlação de Rank Spearman sobre DBNO e PIC foi de 0,408 (p = 0,03), demonstrando uma correlação positiva moderada. Uma curva ROC foi criada para determinar o valor de corte ideal para distinguir uma PIC superior a 20 mmHg. A área sob a curva característica do operador receptor foi 0,8712 (intervalo de confiança de 95% [CI] = 0,67 a 0,96). Concluiu-se que o DBNO = 5,2 mm foi um bom preditor de PIC > 20 mmHg com uma sensibilidade de 83,3% (IC 95% = 35,9% a 99,6%) e especificidade de 100% (IC 95% = 84,6% a 100%).(19)

Com a finalidade de avaliar os diferentes tipos de ultrasso NS, Johnson et al, mediram o DBNO por três vezes, com duas máquinas e cinco modelos diferentes. Um ultrassom convencional (Vscan, GE Healthcare) e um ultrassom portátil padrão (M-Turbo, SonoSite) . Os dados foram analisados pelo complô de Bland- Altman e pelo coeficiente de correlação intra-classe (ICC). O ICC entre avaliadores para o SonoSite foi 0,878, e para o Vscan foi 0,826. O acordo entre máquinas ICC foi de 0,752. A análise do acordo de Bland-Altman entre os dois métodos de ultrassom mostrou uma distribuição uniforme em toda a gama de tamanhos de bainha , concluindo que a medição precisa do seu diâmetro também pode ser possível utilizando dispositivos de ultrassons portateis, apesar de seu pequeno tamanho de tela, menor resolução e frequências de ondas mais baixas.(20)

Hizir et al., realizaram um estudo de caso-controle em uma unidade de terapia intensiva avaliando o DBNO em quarenta e cinco pacientes. Dezenove pacientes foram o grupo em em que havia deslocamento da linha média á tomografia de crânio e vinte e seis pacientes eram o grupo controle, sem alterações intracranianas. O coeficiente de diferença de correlação de Spearman do DBNO e a mudança da linha média foi de 0,761 (p <0,0005), demonstrando uma correlação positiva significativa entre pacientes com mudança de linha média e grupo de controle. Apesar do pequeno número e do viés de seleção, este estudo sugere que o ultrassom pode ser útil no diagnóstico do desvio intracraniana da linha média por medição do DBNO.(21)

Sabe-se do despreparo dos médicos intensivistas e emergencistas na utilização do ultrassom point-of-care à beira do leito. Trata-se de uma técnica ainda nova que necessita de uma curva de aprendizado, dado que a ultrassonografia é um exame dependente da habilidade do operador. Nessa questão, Zeiler et al, realizaram um estudo em que um único operador mediu o DBNO em 120 voluntários saudáveis durante 6 meses, realizando 4 aferições em cada voluntário em períodos diferentes e supondo em seu estudo que as 4 medidas feitas deveriam ser iguais. Concluiu-se que não houve diferença nos valores médios totais [3,69 vs 3,68 mm (p = 0,884) ] ou na variância entre sujeitos [14,49 vs 11,92 (p = 0,54) ], acima ou abaixo destes pontos de corte, sugerindo uma curva de aprendizagem finita , breve e significativa, associada a medidas do DBNO. (22)

Valor de referência. Uma desvantagem do método é ainda não haver um valor exato de referência do DBNO para diagnosticar a HIC. No entanto, diversos autores em seus estudos, demonstraram que um valor = 5 mm está claramente relacionado a um valor da PIC > 20 mmHg. A tabela a seguir resume os estudos com seus valores de referência, sensibilidade e especificidade correspondente. Não se pode no entanto comparar os estudos por se tratar de diferentes desenhos e números amostrais.


 



Conclusão


Com as limitações em relação ao despreparo dos médicos na utilização do ultrassom e a falta de um valor exato de referência quanto a medida para diagnosticar HIC através do DBNO concluimos que são necessários mais preparo dos profissionais e mais estudos prospectivos e multicêntricos destinados a chegar a um valor padrão de referência. No entanto, nessa nova modalidade de avaliar a HIC, tem-se um exame de baixo custo, com boa acurácia, rápido, não invasivo, preconizado para o médico não especialista, sem radiação ionizante e com realização à beira do leito, mostrando portanto ser um exame extremamente promissor e eficiente para avaliar os pacientes críticos.

 

Referências

 

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