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Artigos Originais Revista vol.78 - nr.1 - Jan/Fev - 2019

Eficácia do travoprosta 0,004% na redução da pressão intraocular em pacientes com glaucoma

Travoprosta 0,004% efficacy in intraocular pressure in patients with glaucoma

Juliana Almodin1 https://orcid.org/0000-0001-6798-1307 Flavia Almodin1 https://orcid.org/0000-0001-6497-8591 Lincoln Dall´Oglio2 https://orcid.org/0000-0003-3598-4177 Isabella Dantas3 https://orcid.org/0000-0002-0484-6201
 

Resumo

Objetivo: avaliar a eficácia do colírio TRAVAMED® (travoprosta 0,004%) (Ofta, Brasil) na redução da pressão intraocular (PIO), em pacientes com glaucoma primário de ângulo aberto (GPAA) ou hipertensão ocular (HO), bem como avaliar os efeitos colaterais decorrentes do uso da droga. Métodos: estudo randomizado, controlado, com 70 olhos de 38 pacientes acima de 18 anos de idade, com diagnóstico de GPAA ou HO. Todos os pacientes receberam o colírio TRAVAMED® como primeira droga a ser introduzida no tratamento, tendo sido utilizada uma gota uma vez ao dia (à noite), e 30 dias após foram submetidos à tonometria de aplanação (Goldmann) para mensuração da PIO, com o mesmo examinador, no mesmo tonômetro e nos mesmos horários. Resultados: A média de redução da PIO após 30 dias de uso do TRAVAMED® foi de 7,46 mmHg. Em relação aos efeitos colaterais, 15,71% (11) dos olhos apresentaram hiperemia conjuntival, 8,57% (6) apresentaram dor, 8,57% (6) apresentaram ardência, 2,86% (2) apresentaram embaçamento visual e em 1,56% (1) dos olhos não houve queda significativa da PIO. Conclusão: A medicação TRAVAMED® foi eficiente na redução da PIO após 30 dias de uso contínuo, na dose de 1x/dia. Acerca dos efeitos colaterais, os mais observados foram hiperemia ocular (15,71%), dor (8,57%) e ardência (8,57%), porém estudos com maior tempo de seguimento se fazem necessários.
 

Descritores: Glaucoma; Hipertensão ocular/tratamento farmacológico; Travoprosta/efeitos adversos

Abstract

Objective: to evaluate how much decreases intraocular pressure (IOP) with TRAVAMED® (travoprost 0,004%) (Germed, Brazil) in patients with primary open angle glaucoma (POAG) and ocular hypertension (OH) and possible side effects. Methods: controlled and randomized study, it was evaluated 70 eyes of 38 patients with age of 18 years old or more diagnosed with POAG and OH. All the patients had TRAVAMED® as first drop for treatment used once daily (at night) and 30 days later they had IOP measured by Goldmann tonometry, with the same examiner in the same tonometer at the same times. Results: the mean decrease in IOP was 7,46 mmHg after 30 days using the drops. 15.71% (11) of eyes had conjunctival redness, 8.57% (6) had pain, 8.57% (6) had burning, 2.86% (2) had blurring vision and 1.56% (1) of the eyes there wasn’t a significant reduction in IOP. Conclusion:TRAVAMED® was efficient when evaluating IOP decrease. The most correlated side effects were conjunctival redness (15.71%), pain (8.57%) and burning (8.57%), but studies with longer follow-up are needed.

Keywords: Glaucoma; Ocular hypertension/drug therapy; Travoprost/adverse effects


_________________________________________________________________
1 Provisão Hospital de Olhos de Maringá, Maringá, PR, Brasil. 2 Clínica de Oftalmologia Guadalupe de Cianorte, Cianorte, PR, Brasil. 3 Curso Acadêmico de Medicina, Faculdade de Medicina Unicesumar, Maringá, PR, Brasil.

Os autores declaram não haver conflitos de interesse. Recebido para publicação em 10/08/2018 - Aceito para publicação em 29/11/2018.

 

Introdução


O GPAA é uma neuropatia óptica crônica, progressiva, caracterizada por alterações típicas do disco óptico (DO) e da camada de fibras nervosas da retina (CFNR), com repercussões características no campo visual (CV). É acompanhado, na maioria das vezes, de medidas de PIO acima de níveis considerados estatisticamente normais. Indivíduos com níveis pressóricos acima de 21 mmHg, mas sem os sinais característicos de neuropatia óptica, são considerados HO.(1) Dentre as medicações oculares hipotensoras atualmente disponíveis no tratamento do GPAA, os análogos de prostaglandinas são os mais potentes, dentre elas a travoprosta (0,004%), a latanoposta (0,005%) e a bimatoprosta (0,03%).(2)

A travoprosta é um agonista seletivo do receptor prostanóide FP que sofre hidrólise pelas esterases na córnea para que o ácido livre seja ativado. Como toda a classe dos análogos de prostaglandinas, tem como principal atividade o aumento do escoamento do humor aquoso, tanto pela via trabecular quanto pela via úveo-escleral. Os mecanismos pelos quais esta atividade é alcançada ainda não são completamente conhecidos, mas observou-se, em estudos experimentais, um relaxamento do músculo ciliar e uma maior atividade das metaloproteinases da matriz extracelular e de colagenases.(3,4)

Estudos comparativos mostraram, no tocante a redução da PIO, uma eficácia equivalente ou maior da travoprosta (0,004%) em relação à latanoprosta e ao timolol. (5-7) E em casos de insucesso no controle pressórico com a latanoprosta, a travoprosta mostrou redução clinicamente e estatisticamente significante da PIO, podendo então ser uma opção nestes casos.(8)

Em relação aos efeitos adversos, os mais relacionados ao uso da travoprosta, assim como aos demais análogos de prostaglandinas são: hiperemia conjuntival, irritação ocular, prurido, dor ocular, ardor, alteração da coloração iriana, hiperpigmentação dérmica palpebral e alterações dos cílios.(3,4)

Nesse contexto, o presente estudo objetivou avaliar a eficácia do colírio TRAVAMED® (travoprosta 0,004%) (Germed, Brasil) na redução da PIO, em pacientes com GPAA ou HO, bem como avaliar os efeitos colaterais decorrentes do uso da droga.

 

Métodos


Estudo randomizado, controlado, conduzido pelo de Departamento de Glaucoma do Centro de Oftalmologia Tadeu Cvintal, São Paulo, Brasil. A amostra foi composta por 70 olhos de 38 pacientes. Os participantes inclusos eram maiores de idade e portadores de GPAA ou HO. Todos receberam o colírio TRAVAMED® como primeira droga a ser introduzida no tratamento. A medicação foi instilada uma vez à noite em todos os pacientes, sendo que após 30 dias foram submetidos a tonometria de aplanação (Goldmann) para mensuração da PIO por um único examinador, no mesmo aparelho e nos mesmos horários. Além disso, os participantes foram questionados quanto à percepção de efeitos colaterais notados após o início do uso do colírio. Foram excluídos do estudo os pacientes que apresentaram: uso de corticosteróides tópicos ou sistêmicos, uso de lágrimas artificiais, conjuntivite ativa infecciosa ou não infecciosa, ceratite, esclerite ou uveíte, história de cirurgia intraocular antes da introdução da medicação ou durante o curso do estudo, história de doenças inflamatórias oculares, doenças retinianas progressivas como degenerações retinianas ou doença macular relacionada à idade, retinopatia diabética, descolamento de retina e história de hipersensibilidade ao uso de travoprosta (0,004%). A eficácia do colírio foi avaliada após 30 dias de uso contínuo.
 

Resultados


Foi observada variação estatisticamente significante da PIO entre as avaliações pré e após 30 dias de uso contínuo do colírio (p < 0,001), conforme observado na tabela 1.

A tabela 2 nos mostra as razões de descontinuação do tratamento, se relacionadas a intolerância ao colírio ou não.

A redução média observada foi de 7,46 mmHg, variando de zero até uma redução de 19 mmHg.


 


Discussão


Atualmente, o único fator em que podemos atuar visando evitar a progressão do GPAA é na redução da PIO. Portanto, é crucial a manutenção desta em níveis considerados seguros para o paciente. Estudos mostraram que, em pacientes com HO, a redução da PIO reduz o risco de desenvolvimento de glaucoma,(9,10) bem como a progressão da perda de CV em pacientes com glaucoma já estabelecido.(11,12)

Neste estudo, observou-se uma redução média de 7,46 mmHg com a utilização da travoprosta (0,004%) 1x/ dia, corroborando com dados encontrados na literatura.(13- 17) OrengoNania e colaboradores obtiveram em seu estudo reduções da PIO que variaram entre 5,7 e 7,2 mmHg.(18) Macky, em trabalho realizado na população egípcia, encontrou uma redução média de 7,84 mmHg.(19) Já Gandolfi encontrou variações entre 7,6 e 9,2 mmHg.(20) Numa meta-análise publicada em 2009, houve redução média da PIO em 7,13 mmHg após três meses de uso contínuo da travoprosta (0,004%).(21)

Dentre os pacientes estudados, 15,71% apresentaram queixa de hiperemia conjuntival, incidência esta maior do que a encontrada por Brooks e colaboradores (2,2%), porém menor que a de Chichton (49%) e Feldman (50%).(22-24) 8,57% dos pacientes descontinuaram o tratamento por intolerância ao colírio, valor este superior ao encontrado por Brooks (5,0%) e Kumar (4,3%).(22,25) 8,57% apresentaram dor ou ardência ocular após gotejar o colírio, valores superiores aos encontrados por Cheng (4,4 e 4,6%, respectivamente).(21) Não foram observadas alterações pigmentares ou de crescimento dos cílios, sendo que isto pode ser explicado pelo fato de os pacientes terem sido acompanhados por apenas um mês, tempo inferior ao encontrado na literatura para a observação do efeito.(26,27)
 

Conclusão


Conclui-se, através deste estudo, que o TRAVAMED® foi eficiente na redução da PIO após 30 dias de uso contínuo, na dose de 1x/dia. Acerca dos efeitos colaterais, os mais observados foram hiperemia ocular, dor e ardência, porém são necessários estudos com maior tempo de seguimento.

 

Referências

 

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