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Artigos Originais Revista vol.78 - nr.4 - Jul/Ago - 2019

Influência dos sintomas visuais no desempenho escolar de adolescentes

Influence of visual symptoms in school performance of adolescents

Camila Pantoja Azevedo1 https://orcid.org/0000-0002-9275-1439 Lucas Emannuel dos Santos Bordallo2 https://orcid.org/0000-0002-8508-1879 Lucas Motta Gadelha Silva2 https://orcid.org/0000-0003-3283-0589 Monaliza dos Santos Pessoa3 https://orcid.org/0000-0002-4163-8081
 

Resumo

Objetivo: Avaliar a relação entre sintomas visuais e rendimento escolar, identificando, também, a prevalência de sintomas visuais em escolares matriculados em uma escola pública. Métodos: Estudo quantitativo e transversal, no qual foram avaliados 100 estudantes matriculados no sexto ou sétimo ano do ensino fundamental II da EEEFM Jarbas Passarinho. A avaliação de sintomas visuais se deu por meio do Inventário de Eficiência Visual (IEV), versão traduzida e validada do questionário College of Optometrists in Vision Development Quality of Life (COVD-QOL). O rendimento escolar foi avaliado por meio da aplicação de uma prova contendo 10 questões, divididas igualmente entre as disciplinas de português e matemática. Utilizou-se o coeficiente de correlação de postos de Spearman para analisar a relação entre desempenho acadêmico e sintomas visuais, e o teste t-student para avaliar diferenças entre as variáveis. Resultados: Dos 100 participantes, 52% eram do sexo masculino. A prevalência de sintomas visuais encontrada foi de 72%, com as maiores pontuações no IEV obtidas pelas meninas. Não houve relação significante entre os sintomas visuais e o desempenho escolar. Conclusão: O presente estudo encontrou uma prevalência de sintomas visuais elevada entre os estudantes participantes da pesquisa, porém, não houve uma relação estatisticamente significante entre os sintomas visuais e o desempenho escolar.
 

Descritores: Avaliação de sintomas; Desempenho acadêmico; Inquéritos e questionários; Saúde do estudante; Transtornos da visão

Abstract

Purpose: To investigate if there was an association between visual symptoms and academic performance. A secondary objective was to estimate the prevalence of visual symptoms among students in a public school. Methods: A cross-sectional and quantitative study was made with 100 students, attending the sixth or seventh grades in a public school participated in this study. The evaluation of visual symptoms was done through the Visual Efficiency Inventory (IEV), translated and validated version of the College of Optometrists in Vision Development Quality of Life (COVD-QOL) questionnaire. The academic performance was evaluated through the application of a test containing 10 questions, equally divided between the disciplines of portuguese and mathematics. The results were analyzed by means of descriptive statistics, Spearman’s coefficient and the Student’s t-test for p<0.05. Results: Of the 100 students, 52% were male. The prevalence of visual symptoms founded was 72%, with the highest scores in the IEV obtained by the girls. It was not observed a significant relationship between visual symptoms and academic performance. Conclusion: A high prevalence of visual symptoms was observed among students, but there was no significant relationship between visual symptoms and academic performance.

Keywords: Symptom assessment; Academic performance; Surveys and questionnaires; Student health; Vision disorders


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1 Curso Acadêmico de Medicina, Centro Universitário do Pará, Belém, PA, Brasil. 2 Curso Acadêmico de Medicina, Universidade do Estado do Pará, Belém, PA, Brasil. 3 Departamento de Saúde Coletiva, Universidade do Estado do Pará, Belém, PA, Brasil.

Instituição: Universidade do Estado do Pará

Os autores declaram não haver conflitos de interesse. Recebido para publicação em 11/05/2019 - Aceito para publicação em 29/05/2019.
 

 

Introdução


A visão é uma das fontes de comunicação mais importante entre o cérebro e o meio externo, de modo que, na infância, déficits visuais podem acarretar prejuízos ao desenvolvimento e ao aprendizado.(1) Tais déficits, principalmente quando não diagnosticados e acompanhados, podem ser responsáveis por alterações na qualidade e no rendimento em diversas áreas da vida de uma pessoa.(1-3)

Diante disso, são necessários instrumentos que identifiquem de forma precoce aqueles indivíduos que apresentam maiores chances de apresentarem alguma alteração visual, ganhando destaque, neste trabalho, o questionário College of Optometrists in Vision Development Quality of Life (COVD-QOL).

O COVD-QOL é composto por 30 questões relacionadas aos sintomas visuais, e sua influência em diversos aspectos do desenvolvimento pessoal e social.(4) O questionário em sua versão reduzida, composto por 19 questões, também é indicado como instrumento de análise de sintomas visuais, por conta de sua maior praticidade e níveis de confiabilidade similares ao questionário em sua versão integral. (4-7)

Apesar de sua simplicidade e eficiência como instrumento de triagem de déficits visuais, o COVD-QOL é um instrumento construído em língua inglesa. Dessa forma, diante da necessidade de questionários com essas características na língua portuguesa, foi realizada e validada a tradução e a adaptação transcultural do COVD-QOL, onde passou a ser denominado Inventário de Eficiência Visual (IEV).(8)

O presente estudo buscou analisar, por meio do IEV, a prevalência de sintomas visuais e sua relação com o desempenho escolar em uma escola pública do município de Belém, visando a identificação precoce de escolares com possíveis moléstias oculares.

 

Métodos

Trata-se de um estudo transversal e quantitativo, no qual os dados foram coletados por meio da aplicação de questionários. Todos os participantes da presente pesquisa foram estudados segundo os preceitos da Declaração de Helsinque e do Código de Nuremberg, respeitadas as Normas de Pesquisa Envolvendo Seres Humanos (Res. CNS 466/12) do Conselho Nacional de Saúde, após a submissão do anteprojeto ao Núcleo de Pesquisa e Extensão de Medicina e Comissão de Ética da Universidade do Estado do Pará e após consentimento dos participantes e de seus responsáveis, por meio do Termo de Assentimento Livre e Esclarecido (TALE) e do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE), respectivamente.

A pesquisa foi composta por alunos matriculados regularmente no período matutino ou vespertino entre o sexto e sétimo ano da Escola Estadual Jarbas Passarinho, localizada no bairro do Marco, no município de Belém, Pará. Foram incluídos alunos de ambos os sexos com idade entre 10 e 17 anos, com ou sem problemas visuais prévios, e que estavam frequentando regularmente as aulas.

Os dados relacionados aos sintomas visuais foram coletados utilizando-se o IEV. O questionário foi aplicado em uma versão reduzida, utilizando como referências as perguntas selecionadas na versão reduzida do COVD-QOL. Ao responder ao IEV o participante indicou em cada questão a frequência com que apresentou os sintomas em uma escala de Likert, onde o zero representou “nunca, o um “raramente”, o dois “as vezes”, o três “frequentemente” e o quatro “sempre”. Essas respostas foram somadas gerando uma pontuação. De acordo com o preestabelecido pelo questionário utilizado, foram considerados como participantes que possuíam sintomas visuais significativos aqueles que obtiveram pontuação igual ou superior a 20.

Foram excluídos aqueles alunos que por algum motivo se recusaram a participar da pesquisa, aqueles que não possuíam condições para responder aos questionários sozinhos, e os que não entregaram o TALE e/ou o TCLE assinados ou que não estavam presentes no momento da aplicação dos questionários.

Para a análise do desempenho acadêmico, houve a aplicação de uma prova contendo dez questões objetivas com o valor de um ponto cada, sendo estas divididas igualmente entre as disciplinas de português e matemática. As questões foram selecionadas previamente pelos pesquisadores, com o auxílio da direção pedagógica da Instituição, sendo a Prova Brasil (em sua versão aplicada pelo Ministério da Educação em 2015) utilizando como fonte para a seleção das questões.

A aplicação da prova e do questionário foi realizada em sala de aula na presença dos pesquisadores, em um período de 50 minutos por turma. Todos os alunos conseguiram realizar o preenchimento completo nesse período.

Os dados coletados foram armazenados em forma de planilha no programa Microsoft Excel 2016 e Microsoft Word 2016. A análise de dados foi realizada utilizando o software Graphpad Prism 5 e Microsoft Excel 2016.

Avaliou-se a relação entre as pontuações obtida no IEV e na prova aplicada por meio de método não paramétrico, utilizando-se o coeficiente de correlação de postos de Spearman. Diferenças entre as variáveis foram analisadas utilizando o teste t-student. O grau de significância adotado foi de p=5%.

 

Resultados e Discussão

Foram convidados a participar do estudo 120 alunos, dos quais 20 se enquadraram nos critérios de exclusão, obtendo-se, assim, a participação de 100 alunos (83,33%). Dos participantes, 49 encontravam-se no 6º ano e 51 no 7º ano. Em relação a distribuição por sexo, no 6º ano haviam 24 meninas e 25 meninos e no 7º ano haviam 24 meninas e 27 meninos. A idade média entre aqueles que frequentavam o 6º e o 7º ano foi, respectivamente, 11,6 e 12,9 anos (Figura 1).


A prevalência de sintomas visuais encontrada entre os participantes, de acordo com os critérios do questionário utilizado, foi de 72%. Não houve diferença estatisticamente significante entre os sexos em relação ao desempenho escolar (p= 0,53), porém, a média na pontuação do questionário de sintomas visuais entre as mulheres foi superior a encontrada entre os homens (p= 0,0004) (Tabela 1).


 


Não houve uma relação significante entre as pontuações obtidas no IEV e o desempenho acadêmico (r= -0,10 e p= 0,29) (Figura 2)


 



Discussão


O presente estudo observou uma fraca relação entre os sintomas visuais detectados pelo IEV e o desempenho escolar. Esses achados corroboram com estudos realizados em Curitiba e no Amazonas, nos quais foram avaliadas 242 e 1.050 crianças, respectivamente.(9-10) Entretanto, há estudos que mostram uma relação significativa entre o desempenho acadêmico e déficits visuais. Dentre esses estudos, pode-se destacar os realizados no Município de Pouso Alegre (MG), Juiz de Fora (MG) e no serviço de Oftalmologia do Projeto Saúde é Cidadania/Ação Comunitária do Nordeste do Rio Grande do Sul.(1,11-12) Os trabalhos concluíram que a baixa acuidade visual estava relacionada com menores notas e maior índice de reprovação escolar de forma estatisticamente significante.

Vale ressaltar que o método utilizado para avaliar a acuidade visual pode variar em cada estudo, sendo a tabela de Snellen o mais utilizado.(13) O presente trabalho utilizou como referência os sintomas visuais, que representam consequências da baixa acuidade visual. Com isso, é possível que haja divergências significativas entre os resultados encontrados na presente pesquisa daqueles encontrados na literatura atual, o que pode ser levado em consideração para adaptar de forma mais fidedigna um método prático e de fácil aplicação, como o IEV, ao contexto brasileiro.

Além disso, a prevalência de sintomas visuais demostrouse até dez vezes maior do que a prevalência de déficits visuais encontrada nos estudos brasileiros. A prevalência de 72% encontrada entre os alunos pesquisados contrastou de forma significativa com a prevalência encontrada em outras cidades brasileiras, como: Juiz de Fora (MG) 34,8%, Londrina (PR) 17,1%, Pelotas (RS) 15,1%, Sorocaba (SP) 13,1%, Manaus (AM) 7%, Passo Fundo (RS) 10,9%, Pouso Alegre (MG) 11,4%, Vitória (ES) 6%, Curitiba (PR) 7,03%, Campo Grande (MG) 14,2%, Belo Horizonte (MG) 10,3% e em Herval d’Oeste (SC) 9,43%.(1,9,12,14-22)

Diante dessa divergência, os autores assumem dois cenários possíveis. O primeiro admite que a prevalência de 72% encontrada representa de forma fidedigna o contexto estudado. Dessa forma, sugere-se que sejam realizados outros estudos com essa população para confirmar esse resultado, bem como para identificar os fatores locais que influenciam na acuidade visual dessa população, uma vez que a prevalência encontrada está acima de todos os estudos anteriores.

O segundo cenário possível admite que o método utilizado superestimou os sintomas visuais da população estudada. Dentre os possíveis vieses, os autores destacam quatro alternativas indicadas como “frequentemente” na quase totalidade dos questionários preenchidos, mesmo quando as outras alternativas eram marcadas como “nunca”. Essas alternativas são: “desastrado(a), tropeça nas coisas”; “gere mal o tempo”; “perde coisas”; “esquecido/memória fraca”. Diante disso, sugere-se que estudos posteriores sejam realizados levando em consideração esse possível viés e, assim, encontrando resultados que representem de forma mais fidedigna a realidade.

A prevalência de sintomas visuais demostrou-se mais presente no sexo feminino em ambas as turmas, de forma estatisticamente significante. Esses dados corroboram com os resultados encontrados em estudos anteriores, ressaltando a maior incidência de comprometimento visual no sexo feminino.(10,15,20,23)

Por fim, cabe ressaltar que a discussão entre o grau de influência entre déficits visuais e rendimento escolar é antiga.(2) Evidentemente, há diversos fatores que influenciam na aprendizagem. No entanto, mesmo que a baixa acuidade visual não seja o principal fator em determinados casos, ela certamente contribui para dificultar o processo de aprendizagem quando associada a outros fatores determinantes. Assim sendo, cabe ao oftalmologista o papel fundamental de proporcionar à criança condições para aprender com o seu potencial máximo, por meio da identificação precoce dos casos de baixa acuidade visual.(2-3)

 

Conclusão


O presente estudo encontrou uma prevalência de sintomas visuais elevada entre os estudantes participantes da pesquisa, porém, não houve uma relação estatisticamente significante entre os sintomas visuais e o desempenho escolar. Diante disso, sugere-se que estudos similares sejam realizados posteriormente, levando em considerações os dados obtidos nesse estudo, assim como as dificuldades e possíveis vieses relatados pelos autores.

 

Referências

 

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